Quando existir dói: entre a patologização e o desejo de pertencimento
Vivemos tempos de patologização, em que a dor de existir é frequentemente lida como sintoma. As reações humanas mais legítimas, como tristeza, cansaço, raiva, sensibilidade ou solidão, são cada vez mais traduzidas em diagnósticos. Como se sentir demais fosse, em si, um desvio. Como se estar esgotado por um mundo doente fosse uma falha pessoal. […]
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